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FAQ reúne dados sobre acesso, cargas e gestão dos portos do Paraná

Portos de Paranaguá e Antonina ficam na Baía de Paranaguá e são administrados por uma empresa pública estadual. Segundo a instituição, mais de 57 milhões de toneladas de cargas são movimentadas anualmente nos dois terminais.

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Por Redação Diário dos Sete · 30 de setembro de 2026 às 21:35
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Os Portos de Paranaguá e Antonina estão localizados no litoral paranaense, na Baía de Paranaguá. O acesso marítimo ocorre pelo Canal da Galheta, que tem entre 150 e 200 metros de largura, 20 milhas de extensão e profundidade de 13 a 15 metros. Por terra, a ligação é feita pela BR-277, entre Paranaguá e Curitiba, com conexão à BR-116 pelas rodovias PR-408, PR-411 e PR-410.

A gestão é pública e está a cargo da Portos do Paraná, empresa pública estadual vinculada à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística. A delegação dos portos ao Paraná foi formalizada pelo Convênio nº 037/2001, celebrado com a União, e prorrogada por mais 25 anos, com vigência prevista até 2051.

Os terminais recebem cargas de diversas regiões brasileiras e mantêm comércio com mais de 210 países. Paranaguá e Antonina são apontados como principais vias de escoamento da produção de Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de receberem cargas de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rondônia. Entre os principais destinos das exportações estão China, Holanda, Coreia do Sul, Hong Kong e Japão.

Nas importações, os portos paranaenses recebem cargas principalmente da China, dos Estados Unidos, da Rússia, da Alemanha e da Argentina. A instituição informa que os terminais respondem por cerca de 31% do fertilizante importado pelo Brasil.

O Porto de Paranaguá é apresentado como o segundo maior porto público do país. Entre os destaques por tipo de carga estão a liderança nas exportações de frango em contêineres e na importação de fertilizantes, além da segunda colocação nas exportações de soja, açúcar, óleo de soja e álcool, conforme o segmento.

A empresa pública também informa investimentos previstos e realizados em infraestrutura terrestre e marítima. Entre os projetos citados estão a dragagem continuada, a reforma do Píer de Inflamáveis e a derrocagem da Pedra da Palangana. A profundidade máxima do canal da Baía de Paranaguá é de 15 metros, enquanto o calado varia conforme o berço.

Fonte: Portos do Paraná

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