Mutirão jurídico atende moradores da Ilha dos Valadares, em Paranaguá
Reprodução/agoralitoral.com.br
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Mutirão jurídico atende moradores da Ilha dos Valadares, em Paranaguá

Defensorias Públicas do Paraná e da União ofereceram orientação gratuita no CRAS Mauro Cassilha. Atendimento incluiu dúvidas sobre processos, medicamentos, consultas e benefícios previdenciários.

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Por Redação Diário dos Sete · 19 de setembro de 2026 às 16:12
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Moradores da Ilha dos Valadares, em Paranaguá, receberam atendimento jurídico gratuito em uma ação conjunta da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) e da Defensoria Pública da União (DPU). O mutirão foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Mauro Cassilha.

Durante a atividade, o público pôde esclarecer dúvidas, encaminhar processos e receber orientações conforme a responsabilidade de cada órgão. A Defensoria estadual atendeu demandas como questões cíveis, de família, criminais, divórcios, pensões e temas de saúde de competência local. A DPU ficou responsável por assuntos relacionados à esfera federal.

A defensora pública estadual Mariá Magalhães Rocha afirmou que a atuação descentralizada permite levar os serviços a ilhas e comunidades com dificuldade de acesso. Segundo ela, o atendimento também possibilita identificar diretamente as necessidades dos moradores e encaminhar cada caso ao setor adequado.

De acordo com o defensor público federal Renato Costa de Melo, essa foi a primeira parceria entre a DPU e a Defensoria estadual na Ilha dos Valadares. Ele informou que o projeto pretende continuar com atendimentos no litoral, incluindo outras ilhas da região.

A Secretaria Municipal da Mulher, Desenvolvimento Social e Igualdade Racial e o CRAS destacaram a acessibilidade proporcionada pela realização do mutirão no próprio território. A divulgação foi feita também em outros CRAS, e o atendimento ficou aberto à população.

A moradora Rosana Calazões Rosa procurou a ação para tratar de questões relacionadas a um tratamento oncológico e à obtenção de medicamentos. Ela relatou que a realização do atendimento em Paranaguá facilitou o acesso ao serviço e evitou o deslocamento até Curitiba.

Fonte: agoralitoral.com.br

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