Parque Estadual da Ilha do Mel reúne praias, trilhas e patrimônio histórico
Reprodução/Folha do Litoral News
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Parque Estadual da Ilha do Mel reúne praias, trilhas e patrimônio histórico

Unidade de conservação em Paranaguá protege parte dos ecossistemas da ilha, que também abriga atrações como a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, o Morro do Farol e a Gruta das Encantadas. O acesso é feito por barco, com saídas de Pontal do Sul ou de Paranaguá.

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Por Redação Diário dos Sete · 18 de setembro de 2026 às 18:28
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O Parque Estadual da Ilha do Mel tem 337,84 hectares e integra, com a Estação Ecológica da Ilha do Mel, uma área que corresponde a cerca de 93% do território insular. A criação do parque remonta a 1982, após a transferência da administração da ilha ao Estado do Paraná por aforamento.

A chegada pode ocorrer por Pontal do Sul, em Pontal do Paraná, em uma travessia de aproximadamente 30 minutos, com custo informado de R$ 35 por pessoa, ida e volta. Também há embarque em Paranaguá, em percurso de cerca de 1h30 e tarifa de R$ 53 por pessoa, ida e volta. Os visitantes podem usar barcos de linha da Abaline ou táxis náuticos autorizados.

Na ilha, o deslocamento é feito a pé ou de bicicleta. Entre os atrativos estão a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, construída em 1679, a Gruta das Encantadas e o Farol de Conchas, de 1872. O acesso à fortaleza exige uma trilha de cerca de 4 quilômetros; até a gruta, são aproximadamente 600 metros a partir do trapiche de Encantadas. O caminho até o farol inclui uma escadaria com 150 degraus.

As trilhas têm extensões variadas, de 650 metros a mais de 5 quilômetros, e podem ser percorridas de forma autoguiada ou com acompanhamento de guias contratados nos trapiches. A vegetação inclui orquídeas, bromélias, mangues e restingas, além de espécies de aves como fragatas, atobás, tiê-sangue, pica-paus, gaviões e falcões.

A orientação aos visitantes é verificar previamente as condições climáticas e os horários de barcos e ônibus. Nas trilhas, recomenda-se permanecer nos caminhos sinalizados, caminhar em grupos de até 10 pessoas e observar o local onde se pisa, devido ao risco de animais peçonhentos. O lixo deve ser separado e destinado às lixeiras de coleta seletiva ou levado de volta ao continente.

Fonte: Folha do Litoral News

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