

Antonina reúne baía, patrimônio histórico e natureza aos pés da Serra do Mar
Em Antonina, a paisagem combina a baía, as montanhas cobertas pela Mata Atlântica e vestígios de ocupações antigas. A cidade também preserva construções ligadas à ferrovia, ao comércio de erva-mate e às atividades portuárias.
Antonina se formou a partir de um núcleo ligado à capela de Nossa Senhora do Pilar, construída em 1714. Antes disso, os sambaquis são apontados pela prefeitura como os primeiros vestígios de ocupação da região, que também teve povoadores europeus desde o século XVII.
A cidade preserva um Centro Histórico tombado pelo Iphan em 2012, com construções coloniais, ecléticas e art déco, além de calçamento de pedras. Na área da baía, a Ponta da Pita e a Prainha têm formação rochosa, pequena faixa de areia e restos de sambaqui com conchas e cascas de ostras.
A Estação Ferroviária, construída em 1916, remete ao período de expansão do comércio de erva-mate e do porto. De acordo com o município, Antonina chegou a se destacar como o quarto porto brasileiro, e o prédio mantém a memória do antigo ramal entre Morretes e Antonina.
Entre os pontos ligados à história e à natureza estão o Santuário Nossa Senhora do Pilar, o Rio do Nunes e o Rio Cachoeira. Neste último, o rafting percorre aproximadamente 3 quilômetros e dura cerca de 45 minutos, segundo as informações reunidas na fonte.
Antonina fica a cerca de 80 quilômetros de Curitiba pela BR-277 e a 79 quilômetros pela Estrada da Graciosa, conforme a prefeitura. O inverno tem temperaturas mais amenas e menor volume de chuva; agosto aparece na climatologia consultada como o mês menos chuvoso, com média de 93 milímetros.
Fonte: olhardigital.com.br
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