Sul amplia terminais privados enquanto Paraná concentra operações em estruturas públicas
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Sul amplia terminais privados enquanto Paraná concentra operações em estruturas públicas

Projetos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul somam bilhões de reais e ampliam a capacidade portuária regional. No Paraná, especialistas defendem novos terminais privados para diversificar o escoamento e reduzir custos logísticos.

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Por Redação Diário dos Sete · 5 de setembro de 2026 às 16:55
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Santa Catarina e Rio Grande do Sul avançam na implantação de Terminais de Uso Privado (TUPs), com projetos em Itapoá, Arroio do Sal, Rio Grande e Barra do Ribeiro. No Paraná, a maior parte das operações permanece concentrada no modelo de porto público e em áreas arrendadas.

Segundo dados citados na fonte, os terminais privados respondem por cerca de 65% da movimentação portuária brasileira. No Paraná, a estimativa apresentada pelo superintendente da Fiep, João Arthur Mohr, é de 8% em terminais privados e 92% em estruturas públicas e áreas arrendadas.

Representantes da Fiep, Faep e Fecoopar defendem a criação de novas alternativas de embarque no litoral paranaense. Entre os projetos mencionados estão o Porto de Guará e o Porto de Pontal do Paraná, além do terminal de Itapoá, em Santa Catarina.

Em Itapoá, a Coamo anunciou investimento de R$ 3 bilhões em um terminal privado com três berços de atracação e capacidade prevista de 11 milhões de toneladas por ano. Em São Francisco do Sul, o TGSC foi autorizado a operar para exportação de granéis agrícolas, com capacidade de até 6 milhões de toneladas anuais na primeira fase.

No Rio Grande do Sul, o Porto Meridional, em Arroio do Sal, prevê investimentos próximos de R$ 1,3 bilhão. Já o Projeto Natureza, da CMPC, envolve dois novos TUPs, em Rio Grande e Barra do Ribeiro, com aporte estimado em aproximadamente R$ 1,4 bilhão.

A fonte também cita o projeto do novo Porto de Pontal do Paraná, ao qual o vice-governador Darci Piana atribuiu investimentos de R$ 6 bilhões. A avaliação apresentada por especialistas é que a expansão de terminais no estado deve complementar a capacidade de Paranaguá e evitar a migração de oportunidades logísticas para estados vizinhos.

Fonte: revistafatorbrasil.com.br

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